O Brasil está diante de uma grande ameaça. A soberania e a segurança nacionais estão sendo séria e gravemente solapadas por uma Revolução totalitária, de molde nazi-fascista, denominada BOLIVARIANA, ainda que em nada represente os ideais de Bolívar. Tal Revolução se expande por toda a América Latina, destruindo a liberdade, a democracia, a propriedade privada, o Estado de Direito e os mais elementares direitos humanos. Ela foi gestada no FORO DE SÃO PAULO e mantém estreitos vínculos com o narcotráfico, o terrorismo e o fundamentalismo islâmico.

Existem numerosas evidências de que este modelo revolucionário em curso já está operando ativamente no Brasil. Por isso, reunidos na Cidade do Rio de Janeiro, aos 27 de abril de 2009, decidimos constituir um capítulo brasileiro da UNIÃO DAS ORGANIZAÇÕES DEMOCRÁTICAS DA AMÉRICA – UNOAMÉRICA, cujo objetivo é a defesa da liberdade e da democracia seriamente agredidas hoje por organizações totalitárias de origens ideológicas as mais diversas e unidas entre si, demonstrando que  a barbárie do nazi-fascismo continua unindo esquerda e direita.

Mediante o presente manifesto, fazemos um chamado a todos os segmentos democráticos do Brasil e às instituições nacionais para organizar um grande movimento de unidade nacional que defenda a soberania, as tradições, os princípios e os valores que com tanto sacrifício nos legaram todas as gerações passadas.

Como nossa primeira ação, propomos a realização de um esforço comum para impedir a visita do ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad, que publicamente vem lutando para varrer Israel da face da Terra, negando o Holocausto e pretendendo exportar o anti-semitismo e o terrorismo islâmico para a América Latina, apoiado pelo seu amigo Hugo Chávez.

Finalmente, nos comprometemos a trabalhar pela elaboração de um projeto de desenvolvimento econômico, cultural, científico-tecnológico, social e militar que permita elevar as condições sociais de todos os brasileiros, por considerarmos que a pobreza deva ser erradicada da América Latina, assegurando que todos, através de seu próprio esforço, possam construir uma vida feliz, digna, segura, pacífica e plena de realizações.

ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA
JOÃO RICARDO MODERNO
HEITOR DE PAOLA
JORGE ROBERTO PEREIRA
MARIA DAS GRAÇAS SALGUEIRO

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6 comments

  1. Gerson Alves de Souza

    Puxa vida…o pessoal do Instituto Milênio exclui todos os meus comentários, ora? e ainda apregoam os valores da democracia, da liberdade individual, da pluralidae de ideias???? que é que é isso?
    Não passam de golpistas, isto sim!

  2. Cristina Camargo

    Todos não, Gérson. Apregoamos os valores da democracia e da liberdade de expressão, mas também da responsabilidade individual e do Estado de Direito. O seu direito acaba quando começa o do outro. E nossos leitores têm o direito de não serem expostos a calúnias, palavrões e baixaria vindas de quem parece estar muito de mal com a vida. Mantenha sua linguagem dentro dos padrões da civilidade e do embate de ideias, e não terá seus comentários deletados.

  3. Emanuel Biazzi

    ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA foi candidato a presidente Venezuelano em 1998 e obteve 0,04% dos votos, é uma figura caricatural como Enéas foi aqui no Brasil, em menores proporções e ligado ao grupo terra familia e propriedade do país. Também participou da tentativa de golpe na Venezuela ao presidente Chavez.

    A UnoAmerica apoia agora abertamente o Golpe militar em Honduras. Com pseudodemocratas como esses e seus apoiadores aqui no Brasil não precisamos de ditadores né? Infelizmente o modus operandis é o mesmo de 1964, foi na Venezuela, agora em Honduras e no discurso desses camaradas: fomentar o medo, imputar a esquerda um certo tipo de autoritarismo, se conectar a grupos conservadores e militares para abarcar uma base para um golpe, justificando-o como preventivo e responsivo ao inimigo de esquerda que eles transformam caricaturalmente em um monstro. Uma pena um Instituto que se pretende liberal fomente esse tipo de proposta política na América Latina

  4. Fioravante Furlaneto

    Emanuel Biazzi, se você acompanhou o desenrolar do caso Honduras, vou refrescar sua memória:
    1 – A Constituição Hondurenha desqualifica qualquer tentativa de prorrogação de mandato, reeleição, continuísmo ou outro nome que se dê, reservando ao infrator a destituição, pura e simples.
    2 – Zelaya tentou por duas ou três vezes realizar um plebiscito contrário à Constituição, tendo suas tentativas barradas pela Suprema Corte local.
    3 – Por fim, tentou fazer isso “na marra”.Os poderes constituídos, legislativo e judiciário se organizaram, ordenaram sua destituição e a posse de Micheleti, o próximo na linha de sucessão.
    Pergunto: onde você e tantos outros vêem golpe? Um país democrático é governado com respeito à Constituição e não através de plebiscitos.

  5. Gustavo Scheffer

    Fioravante Furlaneto,

    Um país é maid democrático pelo plebiscitos do que pela Constituição.
    Constituições tendem a ficar retogras com leis que não se enquadrão da realidade da sociedade, sendo assim, faz-se necessário a atualização da mesma.

    Já o plebiscito é a forma mais pura de democracia. Porque democracia é a vontade do povo.

    Abraços

  6. Wolmar Murgel Filho

    O plebiscito é a forma mais pura de embuste. Ainda mais quando o governo tutela e alimenta seu povo. Como pode um povo que depende de bolsas e cotas para sobreviver, decidir seu próprio futuro? Esse mesmo povo que não recebe outra educação que não a estatal só terá capacidade para referendar aquilo que seu chefe “mandar”. Todas essas “consultas populares” não passam de uma farsa para o estado impór sua vontade; e quando o povo diz NÃO, logo propõe-se realizar outro pleb para o povo votar…