Quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
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“O medalhista de ouro será o eleitor consciente”, diz Priscila Pereira Pinto

Prepare-se para um evento de grande impacto em 2016.  Agora, vale a superação e  os resultados positivos.

Brasil 2016, ano eleitoral. É o momento da escolha de prefeitos e vereadores. É preciso ter foco, preparo intelectual e emocional e visão clara de propostas eficientes, com baixo custo e visando a vitória.

Os eleitores estão se organizando, acompanhando as notícias e fazendo pressão popular via redes sociais.  O movimento nas ruas pode até voltar gritando o “gigante acordou”, mas o trabalho de checar pontos preocupantes, compartilhá-los e buscar a transformação real virá dos eleitores e será feita nas supervias da internet.

A maior parte da população jovem está torcendo pelos candidatos que são contra a corrupção e a favor da transparência fiscal. Em razão disso, quem quiser conquistar votos precisará exercitar o cérebro e apresentar dados coerentes com a realidade dos municípios, além de propostas de ações práticas que poderão gerar resultados nos seus futuros mandatos.

Apesar do acesso à informação estar disponível 24 horas por dia, os candidatos, os meios de comunicação, o setor privado e os atores políticos não discutem opções e os dois lados de questões importantes: como finanças pública e privada, negociação entre empregador e empregado, educação com base nacional ou regional, segurança pública preventiva ou reativa etc.

Os “think tanks” podem filtrar as informações e traduzi-las em ideias úteis e relevantes para uma efetiva ação. Os eleitores estarão conectados e usando plataformas, como “think tanks”, para promover debates e colocar para os candidatos o desafio do ouro no fim da corrida eleitoral.

Os eleitores jovens estão tendo uma nova abordagem em relação ao dilema do engajamento político e cidadania proativa.  Eles não vão deixar que meia dúzia de pessoas “aliadas” decida o futuro de todos os moradores de um município.

Decidir o voto de forma impensada ou trocar o voto por um benefício são práticas do passado

Todos nós precisamos entender que as eleições vão ocorrer, com ou sem a nossa participação. A informação disponível em sites especializados, analíticos, vai permitir que o eleitor vote com tranquilidade. A nossa efetiva atuação definirá os nomes vitoriosos nas urnas.  A responsabilidade de trazer à tona duvidas e propor soluções é do eleitor que paga os impostos que sustentam o prefeito e os vereadores.

Decidir o voto de forma impensada ou trocar o voto por um benefício são práticas do passado. O jovem brasileiro quer superar a barreira do emprego pelo emprego, deixando de sonhar com um setor público inchado e sem vitórias. Estado não gera trabalho, gera emprego. Neste Brasil 2016, ele quer vencer no setor produtivo, quer ser campeão. E o medalhista será o eleitor consciente.

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