O papel do Estado não é a criação de empregos

O Estado não cria empregos. Cada pão ou garrafa d’água consumidos, cada serviço utilizado diariamente, tem impostos embutidos que vão para o Estado sem que ele tenha feito nada para merecer esse dinheiro.

Essa doença de Estado grande e controlador cria um sistema de secretarias, ministérios e agências reguladoras que somente consolidam poder e viram justificativa para o pagamento de impostos altos pelos cidadãos.

A função do Estado não é empregar ninguém. A sociedade criou o Estado para ajudar a mediar os interesses e necessidades de municípios, estados e união. Estatais custam muitos impostos e não valorizam a meritocracia e a geração de postos de trabalho.

Neste contexto, os políticos precisam ter diálogo com a sociedade para criar e colocar em prática projetos de lei que melhorem o ambiente de negócios. E também para aprimorar políticas públicas com prazo e metas. Elas precisam ter resultados.

O setor privado, por outro lado, cria empregos porque há demanda por serviços de qualidade a preços competitivos. O setor privado investe em inovação para sobreviver e ganhar clientes, compradores. É a partir daí que surgem as oportunidades de trabalho.

No contexto brasileiro é preciso conectar cada vez mais as pessoas e oferecer serviços aliados à tecnologia. O Brasil com pensamento focado unicamente em direitos sociais está com os dias contados. A diretriz precisa estar em plataformas que gerem as informações necessárias para a construção de um Brasil moderno que crie oportunidades de emprego.

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