Sábado, 10 de dezembro de 2016
Mantenedores mantenedores

Política nacional precisa de candidatos eficientes

Políticos eficientes são os que sabem administrar bem as finanças

Ser um político eficiente é aprender a ciência da organização, direção e administração do dinheiro público.

Os políticos que atuam no Executivo desenham projetos para cumprir as promessas de campanha, aqueles que estão no Legislativo fiscalizam o orçamento dos projetos do Executivo.

Os políticos eficientes são os que aprendem a administrar o dinheiro, a direcionar as propostas e a organizar equipes de profissionais com metas alcançáveis.

Há políticos, no entanto, que acabam encobrindo a sua própria incompetência, utilizando-se de recursos legais para manter o poder. Como se você fosse contratado para cozinhar – mentindo na entrevista – e quando chega ao emprego não consegue dar conta e queima tudo o que faz. Mas em lugar de pedir para sair do cargo, usa parte do salário e “as amizades” para outros fazerem o serviço por você.

Isso está errado. Seu imposto serve para pagar o salário de quem foi eleito (com o sem o seu voto). O político eficiente precisa trabalhar e mostrar serviço para você.

Educação financeira na política nacional
Que tal exigir educação financeira como pré-requisito para se candidatar a um cargo político? Quem entra na vida pública precisa diagnosticar o comportamento de gasto no dia a dia de uma cidade ou país. Um momento bem desconcertante, porém, fundamental para o começo de um futuro promissor.

Escolher candidatos que sabem aproveitar bem o seu imposto é o que diferencia a escolha entre um político eficiente e um político qualquer.

Na hora de orçar cada gasto mensal, após os investimentos para as promessas de campanha, aqueles que têm como base a eficiência percebem que, com poucos ajustes, mudanças de atitude e força de vontade, podem realizar qualquer promessa. E, melhor ainda, conseguem controlar o tempo que precisam para realizá-las.

A população que exigirá educação financeira dos políticos também terá acesso a esse tipo de conhecimento, na escola e/ou por conteúdos online. Assim, todos poderão fiscalizar os eleitos. Como o cidadão anda ocupado e não fiscaliza, é uma opção o controle online sobre o que está acontecendo com as propostas de campanha e o dinheiro público.

A política virou uma profissão para poucos, mas se voltarmos a sonhar?

Já que a política é a ciência de governar é bom que fiquemos atentos a quem vai ser eleito, pois isso faz toda a diferença. A escolha de um político qualquer afeta diretamente a nossa vida, na ida ao supermercado, na nossa liberdade de ir e vir, no uso correto do dinheiro dos impostos que pagamos. Até o setor privado, que cria empregos, tem medo da eleição de um político sem educação financeira.

Infelizmente, muita gente usa o voto como protesto. Isso é uma questão estritamente pessoal. Mas podemos – e devemos – votar conscientemente, procurando conhecer bem as pessoas em que estamos apostando. A política vai existir sempre. E se você acha que quem vota faz política e que você calado não faz, errou. Você omisso faz política! Você atuante faz política! A diferença é que quem paga somos todos nós.

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