Fabio Giambiagi
Um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de finanças públicas e previdência social, Fábio Giambiagi faz parte do Departamento Econômico do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 1996. Entre 1993 e 1994, trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Também foi professor de diversas cadeiras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). É mestre em Ciências Econômicas pelo Instituto de Economia da UFRJ e graduado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FEA/UFRJ). É autor de “Reforma da Previdência” (Editora Campus, 2006), “Brasil – Raízes do atraso” (Editora Campus, 2007) e um dos organizadores de "Desenvolvimento econômico - Uma perspectiva brasileira" (Editora Campus, 2012).

A reforma previdenciária de 2019

Fabio Giambiagi: "Mesmo que nos próximos meses seja aprovada uma reforma 'aguada', em 2019 a reforma previdenciária terá que ser um compromisso inadiável"

Mudança de mentalidade

O nosso problema é que o mundo lá fora não funciona assim: há milhões e milhões de asiáticos estudando inglês, trabalhando nove, dez ou mais horas por dia Contam ...

A educação dos nossos filhos

Uma das razões do atraso brasileiro é o nível de nossa educação. O problema vai muito além do que supõe a maioria das pessoas. É muito comum que esse atraso seja ...

Os juros e o déficit

Condução da política monetária deve ser feita com cuidado, para não causar um grande tumulto no mercado financeiro, afetando negativamente a atividade No debate sobr...

Riscos da virada

O conturbado cenário político pode frustrar a recém-iniciada recuperação econômica Não há dúvidas de que o comportamento do nível de atividade a partir de meado...

A meta e o Chile

Fabio Giambiagi: "O país poderia transitar para uma década promissora, se a política fiscal ajudar"

Em defesa do parlamentarismo

Qualquer que seja o presidente e os votos que carregue, no final do dia são os parlamentares os responsáveis por aprovar as leis É conhecida a frase de Churchill sobre...

O encontro marcado

Peço desculpas ao leitor pela má notícia, mas minha opinião é que em 2019 há boas chances de que o Brasil tenha um encontro marcado com a alta de impostos. Gostemos...

O pensamento mágico

O debate acerca da natureza da Economia como espaço de conhecimento é infindável. De um lado, estão os economistas que defendem que ela deve ser considerada como um r...

O país na contramão

O ex-presidente Lula, embora tivesse um inigualável talento de comunicador, infelizmente perdeu uma oportunidade histórica de promover a aprovação de uma série de re...

‘La grieta’

Um famoso historiador vizinho certa vez qualificou o peronismo como o “fato maldito da política argentina”. Leve-se em consideração que ele era peronista, de modo ...

Educação previdenciária

Tenho 25 anos de dedicação à previdência. A principal lição que aprendi é que o ser humano se prepara muito mal para o futuro. E falo por experiência própria: ag...

O terceiro ano

Delfim Neto costuma repetir que o funcionamento do sistema econômico, numa democracia, deve conciliar o mercado e a urna. Políticos, premidos pela necessidade de conqui...

A lógica e o país

O Brasil está diante de um quadro dramático. Vejamos alguns números: a despesa primária da União era de 13,7% do PIB em 1991 e alcançou 22,5% do PIB em 2014; o supe...

Rio (IV): a governança

Este é o quarto artigo da série de encontros mensais para tratar de assuntos ligados à nossa cidade e na qual já abordei a nossa complacência com as irregularidades,...

A escadinha

A cada dia que passa, torna-se mais evidente o vazio que o país viveu durante anos, antes de Joaquim Levy ser convidado para o Ministério. Com Levy, depois de muito tem...

Populismo previdenciário

Nos últimos 12 meses, o déficit público foi de 8% do PIB. Teremos que lidar no futuro com uma situação na qual provavelmente o número de aposentados irá aumentar a...

Mais perto da Grécia

Em “O improvável Presidente do Brasil”, Fernando Henrique Cardoso escreveu que “o Brasil precisa superar um traço de caráter irresponsável que no passado levou ...

O que aspiramos a ser?

Tenho quase 32 anos de economista. Ao longo de toda a minha vida profissional, dediquei-me à macroeconomia. Por outro lado, nasci no Rio e vivo aqui. Tendo tido o privil...

Quando 2018 chegar

Durante anos, trabalhando no governo na década de 90, meu papel era falar bem do Brasil. Não era fácil. Mesmo quando as coisas melhoraram depois de 1994, na segunda me...