Brasil: mais próximo das potências do que da América Latina

Em artigo no “La Nación”, o correspondente Alberto Armendariz comenta o apoio do Brasil à Christine Lagarde na eleição pelo comando do Fundo Monetário Internacional. Segundo o jornalista, esperava-se que o Brasil votasse no mexicano Agustín Carstens, “uma candidatura mais regional”.
“Na decisão de Dilma Rousseff pesou muito a postura compartilhada pelos outros BRICs e a necessidade do Brasil de ressaltar que hoje já é um ‘jogador global’ que não pensa apenas no que interessa à América Latina”, disse Armendariz.
Segundo o artigo, a decisão do Brasil pode ter sido motivada pelo fato de México e Brasil aspirarem um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Leia o artigo na íntegra em espanhol.
Leia mais no site do Instituto Millenium no artigo de Andres Oppenheimer “El candidato latinoamericano” , onde o autor comentou o apoio da região ao candidato mexicano: “¡Qué ironía! Mientras hablan a los cuatro vientos sobre la unidad latinoamericana, Brasil, Argentina y Chile están retaceando su apoyo al candidato latinoamericano para presidir el Fondo Monetario Internacional, Agustín Carstens”.

 

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