Domingo, 4 de dezembro de 2016
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Escolas de negócios do Brasil entre melhores do mundo

Fundação Dom Cabral, Insper, FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), Fundação Instituto de Administração (FIA) e Saint Paul Escola de Negócios estão entre as melhores escolas de negócios do mundo, de acordo com ranking divulgado nesta semana pelo jornal britânico “Financial times”.

O ranking de educação executiva do “Financial times” analisa escolas que oferecem cursos especializados em negócios do mundo inteiro. É dividido em dois: um mostra as 85 melhores instituições que oferecem programas customizados (analisa cursos preparados de acordo com a necessidade de empresas) e as 75 melhores em programas abertos (analisa cursos destinados ao desenvolvimento de executivos em geral).

Neste ano, a Fundação Dom Cabral subiu duas posições e aparece em 10º lugar no ranking de cursos abertos. Na lista de programas customizados, subiu cinco posições e aparece na 28º posição. O Insper aparece em 54º lugar na lista de programas abertos e em 52º na de programas customizados. Já a Saint Paul Escola de Negócios e a FIA estão em 59º e 55º no ranking de programas abertos enquanto a FGV-EAESP, que não era mencionada no ano passado, alcançou o 58º lugar no ranking de programas customizados.

Este é o 18º ano em que o “Financial times” elabora sua lista, que não inclui cursos de MBA tradicionais (o jornal faz um estudo separado), e tem entre seus critérios de avaliação a satisfação de quem estuda, das empresas, custo benefício, qualidade da preparação do curso e a projeção internacional da instituição.

A espanhola IESE Business School obteve a melhor performance e, mais uma vez, foi escolhida a melhor escola de negócios do mundo. Aparece em primeiro lugar no ranking de programas customizados e em segundo no top de programas abertos. “O conhecimento deles sobre nossa indústria e sobre os desafios e oportunidades que enfrentamos é excepcional”, analisa o “FT”. Na classificação geral, está no topo, seguida pela suíça IMD e a francesa HEC.

Fonte: “Época”.

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