Cupom dá 15% de desconto em ‘A revolta de Atlas’; vai perder?

Obra-prima de Ayn Rand, romance aborda a busca pela liberdade

Ayn Rand

O romance ‘A revolta de Atlas’, mais conceituado livro da filósofa russa Ayn Rand, também está entre os livros vendidos com desconto na página do Instituto Millenium, no site da Amazon.  Até o dia 31 de maio, os leitores que utilizarem o cupom IMILLENIUM15 neste e nas outras obras indicadas pelo Imil e pelo executivo Fabio Barbosa, ganharão 15% de desconto. É uma excelente oportunidade para conhecer um pouco mais sobre a filosofia de Rand!

Mas quem foi Ayn Rand?
Novelista, roteirista, filósofa. Com mais de 27 milhões de livros vendidos pelo mundo, a autora naturalizada norte-americana foi uma das figuras mais marcantes na defesa pelas liberdades individuais no século XX. Nascida em São Petersburgo, Rússia, em 1905, Rand imigrou para os Estados Unidos aos 21 anos e iniciou a carreira de roteirista. Seu livro, “We are the living”, lançado em 1936, foi o primeiro de uma série de publicações que, posteriormente, seria traduzida mais de 130 vezes em 31 línguas. Clássicos como “Anthem” (1938), “A nascente” (1943) e “A revolta de Atlas” (1957) têm em comum personagens audaciosos inseridos em ambientes corruptos, coletivistas e hostis, em busca da afirmação como indivíduos livres e únicos.

Ayn Rand também é responsável pela criação do Objetivismo, filosofia em que prega o egoísmo racional, a liberdade e a responsabilidade individual. Com uma série de livros não ficcionais, a escritora divulgou ideias que abordam a busca pela felicidade e produtividade através da razão. Egoísmo, para ela, significava: “seguir a razão, não caprichos ou fé; trabalhar duro para alcançar uma vida de propósito e produtividade; ganhar autoestima genuína e perseguir a própria felicidade como seu objetivo moral mais elevado; e prosperar tratando outros como indivíduos, negociando valor por valor”. Leia mais sobre Ayn Rand.

A revolta de Atlas
Com desconto de 15% na loja da Amazon (lembre-se de usar o cupom!), o livro foi eleito pela biblioteca do Congresso norte-americano, em 1991, o segundo mais influente do país, atrás somente da Bíblia. “Trata-se de um romance de tese que já foi considerado por alguns críticos como o ‘Guerra e Paz’ do capitalismo”, diz o site do Instituto Liberal.

Na obra, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar?  A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Mas a greve de cérebros motivada por um Estado improdutivo à beira da ruína vai cobrar um preço muito alto. E é o homem – e toda a sociedade – quem irá pagar.

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