O depoimento de Lula a Sérgio Moro nesta quarta-feira paralisa Curitiba. É a primeira vez que o réu, acusado de receber propina da OAS através de reformas em um apartamento no Guarujá, litoral de São Paulo, e de um sítio em Atibaia, no interior do estado, fica cara a cara com o juiz federal.

Apesar de não divulgar números oficiais, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná mobiliza forças da Polícia Militar (PM), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Rodoviária Estadual (BPRV), Polícia Federal (PF) e Polícia Civil (PC) para o esquema de ordem em torno da sede da Justiça Federal de 1º grau do Paraná – que perde um dia inteiro de expediente. De acordo com o jornal “Zero Hora”, são esperados até 800 homens na operação, mais do que o contingente empregado nos jogos da Copa do Mundo de 2014.

A juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública da Região Metropolitana, já havia proibido a montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da cidade de Curitiba, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

Confira abaixo a entrevista do secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquista, ao “Paraná Portal”, onde ele dá mais detalhes sobre a operação:

 

 

 

 

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