Empresários resumem o que aprenderam e por que abriram seus negócios

Grandes ou pequenos, eles explicam como começaram e quais os motivos de empreenderem

É possível em apenas uma frase resumir a experiência do empreendedorismo ou elencar os principais aprendizados retirados dessa experiência? O Estadão PME acredita que sim. Tanto que revirou seu histórico de entrevistas e, de lá, pinçou o que ouviu de cinco empresários de porte e segmentos distintos a esse respeito.

Selecionamos frases de gente de peso, como a fundadora da rede de decoração Cecilia Dale, ou o cabeleireiro de políticos e empresários Jassa. Mas também abrimos espaço para pequenos empreendedores, como a paulistana Danielle Trolezi, que cumpre jornada dupla como funcionária pública e dona de uma marca de cupcakes em São Paulo, a Cake Me.

Cada uma à sua maneira, as frases desses empreendedores podem inspirar quem já abriu ou pretende abrir um negócio no País.

“Tenho um emprego estável e razoável financeiramente, mas acredito que investir tempo e energia em algo que não traz prazer é como pagar um aluguel muito caro da própria vida”, conta Danielle Trolezi, que cumpre jornada dupla como funcionária pública e dona de uma marca de cupcakes em São Paulo, a Cake Me.

“Quero provar que cientista brasileiro não é carne de segunda. E também percebi a necessidade que o Brasil tem de investir em tecnologia”, afirma o médico italiano Marco Collovati, fundador da empresa de diagnósticos OrangeLife.

“As pessoas têm que ser movidas à base de sonho. Não gosto da energia de quem é movido a base de dinheiro”, destaca Ari Svartsnaider, fundador da rede calçadista Mr. Cat.

“Se você deixou passar, aquela oportunidade não vem mais. Pode até ser que tenha outra, mas aquela (chance) não volta. (O sucesso) é 5% de ideia e 95% de vontade”, afirma Cecilia Dale, fundadora de uma rede homônima de decoração.

O cabeleireiro José Jacenildo dos Santos, o Jassa, conta que aprendeu a extrair ensinamentos das conversas com os clientes, muitos deles políticos e empresários famosos no País. “Eu tenho uma gama enorme de professores e me espelho nos vencedores. E se ele for um empresário perdedor, aproveito para ver os erros que ele já cometeu”, ensina.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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