Sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
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Fiscalização e acompanhamento: o papel do eleitor não acaba depois das eleições

Depois que as eleições acabarem o eleitor vai começar um trabalho ainda mais importante do que colocar os nomes e a sigla escolhida na urna eletrônica. A eleição é o primeiro passo para os próximos quatro anos que estão por vir. Logo após o resultado do pleito, o eleitor tem a missão de acompanhar e fiscalizar o trabalho dos representantes escolhidos, em especial se tiver ajudado na eleição.

Publicação do site de educação política Politize! mostra que existem várias formas de cumprir o papel de cidadão fiscalizador. Para começar, o eleitor deve se informar constantemente. “Com a internet à disposição, é praticamente impossível ficar alheio às notícias da política. Existe também grande quantidade de veículos de comunicação, com orientações editoriais diversas. Você tem a liberdade de escolher se informar pelos veículos que preferir”, explica o site.

A diversidade de veículos cai quando se trata de obter informações sobre governos estaduais e municipais, mas ainda assim existe a internet para ajudar a ter acesso a diferentes opiniões. O ideal é optar por ler uma diversidade de fontes, a fim de formar uma opinião condizente com a realidade. Outra maneira de acompanhar é entrando em contato com os candidatos que foram eleitos para cobrar posições em temas importantes ou promessas de campanha.

Se às vezes o cidadão não consegue entender algumas questões tratadas no noticiário político, é bom se dedicar para estudar mais a fundo essas questões. Entidades como o Politize! e o Contas Abertas existem para isso: para que os cidadãos possam entender os principais temas políticos de uma maneira didática, divertida, objetiva e sem compromissos político-partidários.

“O papel do eleitor vai muito além do que apenas possuir o direito e o título. Acreditamos que os deveres dos eleitores vão muito além do simples ato de votar a cada dois anos”, explica publicação do Politize!.

Dicas para a eleição
O site trouxe deveres que vão muito além das regras de bom comportamento no dia das eleições. O voto no Brasil é obrigatório, por exemplo, ressalvadas as devidas exceções (jovens com 16 e 17 anos, idosos com mais de 70 anos e analfabetos). Ou seja, na maior parte da vida, o eleitor terá o dever de ir às urnas a cada dois anos, a fim de eleger os representantes. No dia da eleição, é preciso comparecer ao local de votação portando o título de eleitor.

Para manter o máximo de isenção e evitar fraudes, o eleitor deve observar uma série de restrições no dia da votação. Por exemplo: não pode fazer propaganda pública para candidatos ou partidos políticos, especialmente se participar de manifestações coletivas; não pode portar câmeras, máquinas fotográficas ou celular na cabine de votação.

Outro ponto importante destacado é para o cidadão jamais vender o voto. Apesar da prática de compra de votos vir sendo coibida, ainda existe no nosso país. “Ao fazer isso, você estará corrompendo a democracia e favorecendo pessoas que não terão apreço pela coisa pública. Essas pessoas são provavelmente mais propensas a causar danos terríveis ao serem eleitas”, explica a publicação.

Para o Politize! não basta meramente comparecer às urnas: um bom eleitor precisa saber votar bem. Votar em branco ou nulo no nosso sistema equivale praticamente a jogar o voto fora. É melhor que você tenha consciência e posição sobre o que é melhor para o país/estado/município.

“Em uma democracia, são vários os candidatos e várias as ideias que circulam para encarar os mais diferentes problemas de um município, estado ou país. Entendemos que é dever do eleitor, antes de escolher seus candidatos preferidos nas eleições, se inteirar o quanto possível sobre as propostas de cada candidato”, conclui o texto.

Confira a publicação completa o Politize! aqui.

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