Concorra ao livro “Não há silêncio que não termine”

Quer ganhar o livro: “Não há silêncio que não termine”, relato da ex-prisioneira das Farc na Colômbia, Ingrid Betancourt? O Instituto Millenium e a editora Companhia das Letras contemplarão o autor da melhor resposta abaixo :

Em nome da liberdade na América Latina, qual silêncio precisa terminar?

Participe.

Divulgaremos o resultado da promoção no dia 05/11/2010.

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17 comments

  1. Sonia

    Sim, perdemos a eleição. O Brasil bem que tentou chegar à Civilização, mas o Nordeste e boa parte da Imprensa – que sempre tratou Lula e o PT como inimputáveis- seguraram, mais uma vez, nosso futuro.

    Ainda assim vencemos! Eles pensam que “continuam no poder”, como se “o poder” fosse algo a ser tomado. Ou como se fosse um lugar a ser alcançado. Pensam que por estarem nos governos, nas faculdades, nos sindicatos, na Imprensa têm “poder”. Eles leram algumas páginas de Marx e Gramsci, mas não sacam nada de Foucault! O poder não é algo que possa ser conquistado, simplesmente, ao se tomar o Estado. Não, não existe “um poder” que se conquista juntamente com aparelhos de Estado. Os poderes periféricos e moleculares se exercem em níveis variados e em pontos diferentes da rede social. Quem tem poder é quem cria valores. E os valores que estão sendo criados neste exato momento são os valores do Individualismo, da meritocracia, da liberdade de pensamento e expressão, enfim, tudo aquilo que eles mais abominam. Os inimputáveis não criam nada! A eles a História reserva somente o papel de vítimas. O Poder é nosso!

    Mais no: http://migre.me/1Uz3H

  2. Alexandre Aguiar

    Em nome da democracia precisamos terminar com o silêncio sobre as políticas que dão certo nos países com o maior IDH do planeta. Levar esses dados para a juventude e nos aproximarmos dos mais pobres com políticas públicas que permitam a população carente acreditar em práticas não assistencialistas, mas que também promovam um bem estar social e a elevação de suas riquezas.

  3. Gostaria de saber sobre a promoção do livro “A Revolta de Atlas”, como entro em contato com vocês para saber se o Rafael que ganhou foi eu ou não?

  4. Thayná

    O silêncio promovido pela hipocrisia deve acabar. Estamos cansados de ver um Brasil movido por uma sociedade que prega slogans e promessas de liberdade e no entanto não sabem o valor dessa palavra. Sociedade essa tão hipócrita que ao mesmo tempo que bate no peito e exige liberdade, quando lhe é dado PODER a primeira coisa que fazem é restringir a própria LIBERDADE ao seu bel interesse.

  5. Sonia

    Sim, perdemos a eleição. O Brasil bem que tentou chegar à Civilização, mas o Nordeste e boa parte da Imprensa – que sempre tratou Lula e o PT como inimputáveis- seguraram, mais uma vez, nosso futuro.

    Ainda assim vencemos! Eles pensam que “continuam no poder”, como se “o poder” fosse algo a ser tomado. Ou como se fosse um lugar a ser alcançado. Pensam que por estarem nos governos, nas faculdades, nos sindicatos, na Imprensa têm “poder”. Eles leram algumas páginas de Marx e Gramsci, mas não sacam nada de Foucault! O poder não é algo que possa ser conquistado, simplesmente, ao se tomar o Estado. Não, não existe “um poder” que se conquista juntamente com aparelhos de Estado. Os poderes periféricos e moleculares se exercem em níveis variados e em pontos diferentes da rede social. Quem tem poder é quem cria valores. E os valores que estão sendo criados neste exato momento são os valores do Individualismo, da meritocracia, da liberdade de pensamento e expressão, enfim, tudo aquilo que eles mais abominam. Os inimputáveis não criam nada! A eles a História reserva somente o papel de vítimas. O Poder é nosso!

    Sei que muita gente boa está neste momento um tanto desiludida por termos de enfrentar mais quatro anos de corrupção, de mentiras e de ressentimento. Deixemos eles com seus carguinhos públicos, e fiquemos nós com nossos valores, com nossa arte, com nossa cultura. Escolhi, só para os raros, um trecho de uma das obras mais belas escritas por um homem. Schopenhauer, no “O Mundo Como Vontade E Representação” (Die Welt Als Wille Und Vorstellung) escreveu estas palavras – aqui traduzidas do Alemão para o Português europeu:

    Suponhamos que nos seja permitido lançar um olhar claro sobre o domínio do possível, para além da cadeia das causas e dos efeitos: o gênio da terra surgiria e mostrar-nos-ia num quadro os indivíduos mais perfeitos, os iniciadores da humanidade, os heróis que o destino levou antes que a hora da ação tivesse soado para eles. – Depois far-nos-ia ver os grandes acontecimentos que teriam modificado a história do mundo, que teriam trazido épocas de luz e de civilização supremas, se o acaso mais cego, o incidente mais insignificante não as tivesse asfixiado à nascença. – Representar-nos-ia, enfim, as forças imponentes das grandes individualidades que teriam sido suficientes para fecundar toda uma série de séculos, mas que se perderam por erro ou por paixão, ou ainda que, sob a pressão da necessidade, se empregaram inutilmente em indignas e estéreis causas, ou ainda que se dissiparam por puro divertimento. Veríamos tudo isto e seria para nós um luto: choraríamos sobre os tesouros que os séculos perderam. Mas o espírito da terra responder-nos-ia com um sorriso: ” a fonte donde emanam os indivíduos e as suas forças é inesgotável e infinita, tanto como o tempo e o espaço, visto que, como o tempo e o espaço eles são apenas o fenômeno e a representação da vontade. Nenhuma medida finita pode avaliar esta fonte infinita: do mesmo modo cada acontecimento, cada obra asfixiada em germe tem ainda e sempre a eternidade inteira para se reproduzir. Neste mundo dos fenômenos toda a perda abasoluta é impossível, assim como todo o ganho absoluto. Só a vontade existe: ela é a coisa-em-si, ela é a fonte de todos estes fenômenos. A consciência que ela toma de si mesma, a afirmação ou a negação que ela se decide a tirar daí, tal é o único fato em si.”

    O Vampiro de Curitiba

  6. Marcos Teles

    Vou relatar alguns indicadores que precisam ser exaltados, para que possam diante deste “grito”,ouvir e respeitar os direitos e a dignidade da pessoa humana.O silêncio da opressão,da liberdade de imprensa,do racismo,da desigualdade social,xenofobia e etc. Precisamos terminar com o silêncio do nosso povo, que é forte e pode mudar o rumo de uma nação.

  7. O silêncio do Poder Legislativo, pois neste só ouvimos o eco do Executivo. O silêncio do Poder Judiciario, pois este se comporta como um ventriculo da opinião publica, atropelando a lei,(ver o caso julgamento “ficha limpa”).

  8. Marcela

    Vamos arregaçar as mangas,colocar o coração na frente, ir até nossas periferias onde a miséria ainda é gritante: miséria de alimento, de educação, de oportunidade, de segurança, de afeto. Eu fui até lá…e não consegui mais sair…temos 80 crianças e adolescentes conosco…e uma lista de espera enorme…tiramos do nosso bolso, porque os órgãos publicos municipais fecham os olhos e os ouvidos e não querem nem saber…em minha cidade, pelo menos. Acorda Brasil! A Dilma sozinha não vai dar conta…nossa ajuda é fundamental!!! Nós podemos!!!

  9. O silêncio surpreendente dos intelectuais, da imprensa sem compromentimentos, das academias de letras, dos clubes que congregam livres-pensadores, das pessoas boas que se julgam autônomas, e que tenham espírito crítico aguçado.Vamos expressar nossas manifestações sem ódio, sem racismo, e SEM MEDO, porque a nossa Constituição garante!

  10. Ricardo Macedo

    O silêncio de todos os que se dizem inocentes.

  11. Quero concorrer ao livro “Não há silêncio que não termine”

    “Em nome da liberdade na América Latina, qual silêncio precisa terminar?”

    Minha resposta: O silêncio que precisa terminar na América Latina é o silêncio de nossa Vontade, que nos acorrenta às selvas do idealismo coletivista que e que sufoca o indivíduo.

  12. vanni soares

    È preciso que termine o silencio dos olhares perdidos na escuridão.É preciso que termine o silencio da liberdade torturada, amordaçada pelo medo do vilão.
    Homens empossados no orgulho,embebidos no sangue do poder,fazem alianças com a demagogia,e ludibriam o povo carente e de boa fé.Atropelam valores éticos e morais,substimando a Natureza,exaltando no auge da sua bestialidade o dominio do seu País,o dominio dos pensamentos,…insana consciencia.
    É preciso que termine o silencio da Liberdade,o silencio do aprendizado e da coragem de erguer a Bandeira da União e derrubar qualquer tipo de opressão.

  13. Marcele

    Menos palavras e mais ações. O silêncio do comodismo, da hipocrisia, do egoismo, da fachada…

  14. Nara Beatriz Cavalli Rodrigues

    “Em nome da liberdade na América Latina, qual silêncio precisa terminar?”

    O silêncio da falta de comprometimento com nosso País

  15. maria lucia

    é preciso acabar com o silêncio do coração e da alma daqueles que mesmo em meio ao barulho ensurdecedor da prisão de seus pensamentos aprenderam a sobreviver e conquistaram a verdadeira liberdade de viver.

  16. Regina Helene

    Bravo Sonia!

    Passo-lhes o desabafo consistente de um amigo(deu permissão).E peço-lhes coragem para continuarmos resistentes a inversão de valores estabelecidos em nossa sociedade.

    “Dia do cisma brasileiro – minha carta desabrida.

    A mentira venceu a razão!

    O Brasil amanhece perplexo, triste, desconfiado e dividido. Um quarto dos brasileiros foi levado a ratificar uma escolha política covarde e mesquinha de um espectro que a razão repudia.

    Passado o susto a camarilha feliz, ri e agradece a turba de tolos ensandecida pela demagogia, egoísmo e ignorância que grita: Lula lá! Dilma lá! Os adesistas se aconchegam a espreita de vantagens; despudorados desafetos se agarram em hipócritas oferecimentos de paz. Como que num passe de mágica tudo passa ser lindo e maravilhoso como num conto de fadas. Os rumorosos e hediondos crimes de ontem se apagam com apagador qual escritos num quadro-negro. Oh! Como é triste constatar uma mídia venal, fria e mercenária que trata o forte poder da informação como mercadoria;como mero objeto de satisfação de necessidades sem a mínima consideração com o teor delas ou as conseqüências delas. Li em um pára-choque de caminhão: “Voto não tem preço, tem consequências”.

    Mais suor, sangue e trabalho de poucos; mais enriquecimento ilícito, incompetência e imoralidade de muitos. Este é o Brasil da continuidade que se deixa antever. E quando aqueles poucos perceberem o engodo?

    Não e não! Podem me prender, podem me bater, mas eu não mudo de opinião; em mais essa mentira eu não caio não…

    Não, não aceito o dar as mãos com quem as tem sujas do horrendo crime de lesa-pátria por se fazer protagonista da cisão de um povo; por um oportunismo impatriótico vil e cruel que em última análise serve a objetivos egoístas e pessoais evidentemente subalternos e torpes maquiados com discursos frívolos que agradam pelo desejável e não pelo provável.

    Que, todavia, este óbice histórico sirva para nossa união e engrandecimento; para maior vigor e rejuvenescimento de nosso papel social – em especial dos idosos que sabem sê-lo – de indicar, não a via do “progresso”, quiçá as verdades de um povo; mas sim e tão-só: o inarredável meio ético de passar responsavelmente pela vida fora da qual é o império da mazorca generalizada, retroação, selvageria, direito da força que pode ser sintetizado em uma vexatória e contraditória: insegurança jurídica.

    Que o Brasil-Nação de incautos de toda ordem não seja o nosso; recusemo-nos a aceitá-lo ainda que compelidos a vivê-lo. Apartemo-nos moralmente dele, sigamos nosso destino com bravura e coragem, pois,o Brasil-Nação que de há muito habita nosso coração é bem maior e eterno que a vergonha circunstancial de um governo formado por uma camarilha despreparada, oportunista e aproveitadora, comprovadamente não-cívica e não-republicana sob a batuta do símbolo deles, da maestrina da desfaçatez dirigindo uma afinada orquestra do despudor que o inesquecível Rui soube, consternado, celebrizar.

    Queriam ou não, o poder político legal não é legítimo, não é do povo vitimado por levianas inverdades. A evidência de um ato ilegítimo bordado de legalidade não pode gerar efeitos legítimos. O voto político não é voto de jurados; não absolvem acusados e criminosos desde já assentados em importantes tronos coadjuvantes do poder sob pena de planejada e mascarada inversão de valores. Eminências pardas do infortúnio nacional. Haverá necessidade de mais uma vez – dentre tantas e muitas e públicas e notórias – de arrolar nomes e processos e escândalos sempre sujeitos a “rigorosas investigações”, contudo, nunca concluídos? Marca indelével de um governo imoral que mente e sempre mentiu com indisfarçável descaramento.

    A presidência do Estado que o dever cívico da elite nacional vigia está vaga. Ocupemo-la e ocupemo-nos com um trabalho árduo e diuturno de expressão de pensamentos e idéias que, fazendo a sociedade pensar, retire a venda da demagogia que a entorpece e alucina.

    Deste conflituoso pleito não saem somente peitos assimiladores; surge sim e também: uma prudente, mas latente acomodação momentânea e vigilante sem quaisquer acordos ou tréguas fundados em palavras. Acomodação ávida pelo reparo de vergonhosa passagem histórica que macula o brio de dezenas de milhões de nacionais que expressaram um vigoroso não à imoralidade materializada na violência que campeia, dilacera famílias; desacredita o amanhã que nos cerca, domina e atormenta .

    Que façam sozinhos e a sós a parte deles; que se atolem em suas antigas promessas vãs; que furtem e deixem furtar; que cooptem os poderes; que destrocem as instituições; que descumpram seus deveres constitucionais mais prementes com saúde, segurança e educação (têm a maioria absoluta, não têm?); ou, que nos desmintam com ações, com prática política.

    É a hora, basta de negociatas ou conchavos nas coxias ou no submundo de uma política imunda que se acoberta por baixo dos panos quentes de mitos, hipocrisias e inverdades ditos com elegância e férteis arroubos de um lendário e utópico “bombril cívico” que denominam democracia: o das mil e uma utilidades, ou seja, que serve para o real e o imaginário; o crime e o direito legítimo; o vício e a virtude impondo o reino da dúvida onde todos se igualam, igualam…e votam.

    O que está em jogo não é a economia, o feijão, a TV, a geladeira e/ou o celular, não! É mais, é muito mais, são indispensáveis e inegociáveis princípios e valores que moldam um povo e que forjam uma Nação respeitada, soberana, pacífica e solidária: uma moral própria que o identifica. Se aqueles bens supérfluos, corifeus da modernidade consumista que aguçam a cobiça humana alimentam o corpo; estes, princípios e valores: forjam a alma nacional. Se aqueles aprimoram o presente; estes, permitem o futuro que não é só das carruagens onde se aboletam os contemporâneos e coetâneos privilegiados irresponsáveis perante o porvir que vão deixando para trás, na poeira da estrada, um rastro de excrementos podres e fedorentos de indignidade satânica, desumana.

    A razão aviltada pela mentira que a difícil compreensão da complexa contemporaneidade proporciona é fácil presa política de uma servidão humilhante que natura o espectro de uma desapercebida maioria medíocre. Esta, fato social presente é que se constitui, pela mesma natureza dessa constituição, no mais ilustre adversário da sensatez que impulsiona mentes originais que gozam do dever cívico de cuidar que a mudança social – sem descuidar o econômico – se faça com rígida liberdade civil o que impõe limites à prática política e de governo. Portanto, antes, sobretudo e acima de tudo que se governe com ética e moral, com olhar humano e social onde liberdade e autoridade convivam insertas em seus mais lídimos conceitos mantendo o indispensável e necessário equilíbrio que a natureza e a razão exigem.”

    NÃO NOS RENDEREMOS!Regina Helene