Sábado, 10 de dezembro de 2016
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“Não vamos evoluir sem pressionar as autoridades”, diz Claudia Medeiros

Em 21 de abril deste ano, um trecho da então recém-inaugurada ciclovia Tim Maia, considerada um dos legados olímpicos da cidade do Rio de Janeiro, desabou, matando o engenheiro Eduardo Marinho Albuquerque, de 54 anos, e o gari comunitário Ronaldo Severino da Silva, de 60. Lembrar a tragédia é a estratégia do movimento “Não vamos esquecer – Ciclovia” para cobrar a responsabilização das pessoas envolvidas na obra. Até agora 14 pessoas foram indiciadas.

A empresária, Claudia Medeiros, uma das representantes do movimento, explica que o grupo realiza eventos mensais para impedir que o episódio caia no esquecimento. Ela avisa que as mobilizações não vão parar enquanto o problema não for solucionado: “queremos justiça”.

Claudia acredita que os problemas continuarão sem solução enquanto as pessoas não resolverem pressionar as autoridades. “Onde estão as vigas da perimetral? (estrutura de viaduto derrubado no Rio). Ninguém sabe, ninguém cobra. O dinheiro é nosso”, critica.


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