“É possível compatibilizar política e moral no Brasil”, dizem Eduardo Gouvêa e
Paulo Skaf

No artigo “Punição aos corruptores” publicado no jornal “O Globo” desta quinta-feira, 19 de abril, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugenio Gouvêa, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendem a maior transparência nas ações dos agentes privados e públicos.

Gouvêa e Skaf chamam a atenção para a necessidade de se punir também os corruptores nos casos de “malfeitos” praticados pela  administração pública. “O corrupto é alvo de pouca tolerância e excreção pública, mas não é parte da cultura brasileira o raciocínio óbvio de que não há corrupto sem corruptor.”

Os executivos citam o projeto de lei nº 6.826, que responsabiliza pessoas jurídicas por atos praticados contra a administração pública, como um avanço na moralização do trato da coisa pública no Brasil. “O argumento de que o achaque precedeu o ato de corrupção não encontra mais eco numa sociedade que amadurece e consolida o viés do estimulo a ética”, dizem.

 

Fonte: O Globo

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