Empresas de tecnologia apresentam projetos na segunda edição do Demo Day

A segunda edição do 21212 Demo Day, evento de tecnologia digital realizado no último dia 19 de outubro, no Espaço MAM, no Rio de Janeiro, reuniu 350 pessoas, entre investidores-anjo, empresários, jornalistas e especialistas do mercado brasileiro e internacional. Os empreendedores Benjamin White e Marcelo Sales, fundadores do projeto, representaram as duas cidades-tema da aceleradora 21212, Nova York e Rio.  No evento, patrocinado pelo Instituto Millenium, foram apresentadas empresas aceleradas e palestras sobre o futuro das startups de tecnologia no Brasil, com a presença dos empresários Adriana Cisneros (Grupo Cisneros) e Davis Smith (Baby.com.br).

Conheça as empresas e suas ideias:

Zona Universitária – A plataforma busca conectar estudantes e suas ambições a empresas que estão procurando talentos. A ideia da Zona Universitária é ajudar os universitários a criar um plano de carreira e manter contato com possíveis empregadores. Já são mais de 75 mil usuários e o objetivo é chegar a 100 mil até o final do ano.

Site Sustentável – A ideia do Site Sustentável é compensar a emissão de carbono para a manutenção de sites na internet. Para zerar a emissão de carbono, o dono de um site preenche um formulário e informa a quantidade de visualizações de página. Em seguida, os parceiros da startup plantam árvores para compensar a emissão feita e, com isso, o endereço que se cadastrou ganha um selo que afirma que o site zerou suas emissões de carbono. O objetivo é ter 120 clientes e 3 milhões de árvores plantadas dentro de dois anos.

AccessClub – A plataforma tem o objetivo de centralizar serviços para quem quer ser VIP. A startup funciona como um clube, com pagamento mensal, e o usuário passa a ter vantagens quando vai visitar festas, restaurantes e outros eventos. Quem quiser usar o clube terá que pagar R$ 552 por ano ou R$ 354 por semestre. Alguns serviços são oferecidos gratuitamente. O AccessClub já tem mais de 300 clientes pagantes.

Queremos! – Site social que usa financiamento coletivo para promover eventos. A plataforma mobiliza os fãs, para saber se há interesse no show de banda, por exemplo. Quando o número mínimo é atingido, os usuários começam a comprar os ingressos e levanta-se o mínimo necessário para trazer o evento ao país. A empresa já realizou 46 shows e vendeu 40 mil ingressos, gerando US$ 2 milhões em receita, operando apenas no Rio de Janeiro. O objetivo é tornar a plataforma mundial, com o nome de Tour Demand.

ZeroPaper – A plataforma permite que os empresários acompanhem a situação financeira de suas companhias em tempo real. Os usuários aprendem a usar o serviço rapidamente. Trinta dias após o lançamento, a plataforma já tinha mais de 4 mil consumidores. O modelo da ZeroPaper é conhecido como “Freemium” (aquele que é gratuito, mas cobra por funções extra).

XJobs – O negócio funciona como um marketplace que junta profissionais freelancer e empresas das áreas de tecnologia da informação e design. Os freelancers podem divulgar suas habilidades e as companhias podem “exportar” parte da sua produção para profissionais externos em projetos específicos.

We Go Out – A plataforma permite que os usuários descubram os eventos mais relevantes da noite e quais deles estão sendo frequentados pelos seus amigos. Ao chegar à festa, é possível fazer o check-in e usar um “quebra gelo” na hora de paquerar alguém que também está no local. O objetivo do WeGoOut é juntar o planejamento, o compartilhamento e as conexões das baladas. Já são 40 mil usuários da plataforma, ainda em fase de testes.

EasyAula – O objetivo da plataforma é organizar a “educação informal” e permitir que especialistas ganhem dinheiro com suas habilidades. Os estudantes interessados podem usar o site para escolher aulas e fazer o pagamento on-line, por cartões de crédito ou débito. Já os professores têm a sua disposição uma ferramenta para administrar o curso que dão e recebem dicas de lugares onde podem dar as aulas.

Bidcorp – A empresa ajuda a gerenciar e vender itens que sobraram de construções que foram completadas para outros construtores, negócios ou consumidores. A plataforma permite comercializar máquinas, equipamentos e mobílias excedentes.

Fonte: Portal G1/Tecnologia/Startup, 19/10/2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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