Apenas com a segurança da Jornada e do Papa Francisco, a União gastou R$ 57 milhões

Informações divulgadas até agora pelos governos federal, estadual e municipal dão conta de que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada entre os dias 23 e 28 de julho no Rio de Janeiro, custou pelo menos R$ 109 milhões aos cofres públicos.

Apenas com a segurança da Jornada e do Papa Francisco, a União gastou R$ 57 milhões. Deste total, R$ 27 milhões foram entregues às Forças Armadas para alimentação e combustível durante o evento.

Já R$ 30 milhões foram repassados para a Secretaria Especial para Grandes Eventos, que é ligada ao Ministério da Justiça. O dinheiro foi utilizado em passagens e diárias de policiais e agentes da Agência Brasileira de Inteligência deslocados para o Rio.

A estrutura montada em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, também recebeu recursos públicos. O custo, no entanto, não foi revelado. A área acabou não sendo utilizada durante a JMJ, por virou um imenso lamaçal após alguns dias de chuva.

Gastos estadual e municipal
Os governos estadual e municipal do Rio também relataram gastos de R$ 26 milhões cada. Somente com o evento com o Papa Francisco no Palácio Guanabara foram gastos cerca de R$ 850 mil. O governo estadual informou ainda que custeou o transporte dos peregrinos e voluntários nos sistemas de trens e metrô, pagou a instalação de bolsões de recepção de ônibus com peregrinos e custeou a despedida do Papa na Base Aérea do Galeão.

Já o governo municipal diz que seus gastos incluem o pagamento de serviços de logística e planejamento.

Fonte: “Opinião e Notícia” (Retirado da “Folha de S. Paulo”)

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