A PUC do Rio de Janeiro realizará entre os dias 19 e 21 de novembro o primeiro Hackathon universitário brasileiro, que ocorrerá no Pilotis do prédio Cardeal Leme da própria universidade, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O Hackathon promete criar soluções para Web e Apps que facilitem a vida contemporânea. O evento é organizado pela PUC em parceria com o Passei Direto, rede acadêmica, com mais de 2 milhões de usuários, que tem como objetivo conectar alunos que podem tirar dúvidas, compartilhar conhecimento, materiais de estudo, receber oportunidades de estágio e emprego. As inscrições podem ser feitas através do site http://www.hackpuc.com/

O nome Hackathon, traduzido como maratona de programação, é resultado da combinação das palavras inglesas “hack”, que significa programar de forma excepcional, e marathon, que significa maratona. O evento é inspirado no modelo dos Estados Unidos, que já ocorre há anos e gera muitas inovações.

O HackPuc, como já está sendo chamado, contará com cerca de 200 estudantes universitários e tem como objetivo criar, inovar e construir softwares em três dias sem parar. Os jovens poderão mostrar seu potencial desenvolvendo ideias para novos programas. Com o formato de competição, as equipes vão produzir uma solução tecnológica para um ou mais problemas apontados pela organização. Ao final, os melhores projetos serão premiados. Além disso, Luis Cipriani, engenheiro de soluções que integra o time do Twitter, e Osvaldo Daibert, engenheiro da Microsoft, farão palestras para os estudantes interessados em tecnologia.

“A iniciativa integra a Semana do Empreendedorismo, organizada pela universidade, e conta com o apoio dos Departamentos de Informática, Administração e Design e está aberto à todas as universidades do Rio de Janeiro”, comenta Luis Felipe Carvalho, professor da PUC e organizador do Hackathon.

O organizador do HackPuc e cofundador do Passei Direto, André Simões, afirma que este é um evento onde programadores e outros envolvidos no desenvolvimento de uma ideia colaboram intensivamente para criar algo inovador. “Trazer a cultura dos Hackatons para as universidades vai contribuir para que os estudantes brasileiros possam mostrar seu potencial e sair à frente no mercado de trabalho”, completa André.

Fonte: G1.

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