The Political Brazilian Brain and the Enemies of Westen Civilization – 15/03/10

Por Colin. Brayton

Journalist Mauro Carrara make some interesting claims today about a recent wave of spurious scandalmongering and intensely biased reporting by the major news outlets here in Brazil.

Specifically, that the campaign, launched at the recent Forum on Democracy and Freedom of Expression, hosted by the newly coined Instituto Milennium — really just an outgrowth of the Instituto para Estudos Empresariais (IEE), whose recent past president, Paulo Uebel, is its CEO — is the brainchild of political psychologist Drew Western of Westen Strategies, author of The Political Brain.

And is named after Operation Desert Storm.

Whether Westen has been specifically retained by the opposition parties is not entirely clear from this report, but it seems not. It would be illegal.

I have always wanted to know more about the role of American political consultants here. The strategies are so very familiar from what Republican neonconservative strategists and, more recently, Democratic neoconservative strategists like Howard Dean, have cooked up over the years.

A remarkable view of U.S. political consultants in action in Bolivian presidential elections the documentary Our Brand is Crisis, featuring, among others, James Carville and Bush ibn Bush speechwriter Bob Shrum. Rent this movie now, Don Aplin.

 

Para ver a matéria completa acesse o site abaixo:

http://tupiwire.wordpress.com/2010/03/15/the-political-brazilian-brain-and-the-enemies-of-westen-civilization/

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5 comments

  1. C. Brayton

    Vocês me plagiaram, pura e simplesmente.

  2. C. Brayton

    Ou atribui ou artigo à minha autoria ou tire do ar. Não estou brincando. É deshonesto vocês reclamar a autoria.

  3. Convidados

    Cristina Camargo

    Prezado Brayton, não se trata de “plágio” uma vez que:
    1) O texto está na sessão de CLIPPING, que reune todas as referências feitas a nós na mídia e na internet.
    2) A fonte do texto está bem clara, com o link no final

    Mas já que prefere, pedirei que seja feita referência ao seu nome.

  4. Ricardo

    Lendo esse artigo, a única dúvida que tenho é: o português do autor é pior do que o inglês, ou vice-versa? Pelo menos Brayton é coerente em sua indigência linguística.

  5. Henrin Bueno

    O que o autor entende por referência em link??? Será que ele sabe o que é clipping? Explica a ele Cristina…deve ter faltado nesta aula…

    Que coisa mais sem sentido.