Domingo, 11 de dezembro de 2016
Mantenedores mantenedores

Tag: Copom

Ata realista

Julio Hegedus (nova)

Continuamos no “olho do furacão”. Na semana passada foram mais turbulências nos vários mercados de ativos. O dólar passou de R$ 3,26, a bolsa de valores oscilou em torno de 48 mil pontos, num movimento que se repete há alguns anos, os contratos futuros de juro, no curto e longo ... Leia mais

Janet Yellen e o Brasil

Vitor Wilher

A primeira chairwoman do Federal Reserve, Janet Yellen, não parece ter iniciado bem sua comunicação com o público. Na coletiva que deu à imprensa, na última reunião do Fomc (O “Copom” de lá), deu a entender que iniciaria o aumento de juros seis meses após o fim da retirada dos ... Leia mais

Reflexões momescas

Julio Hegedus Netto

Nesta “semana momesca”, a agenda econômica esteve carregada, sendo destaque a decisão do Copom e a divulgação do crescimento do PIB. Façamos uma análise destes, com variantes e corolários ao longo de 2014. Decisão do Copom previsível- Veio sem surpresas, com a elevação do juro em apenas 0,25 ponto percentual, ... Leia mais

Inflação pode estourar meta no próximo ano

O risco de estouro da meta de inflação no último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff aumentou, segundo projeções divulgadas ontem pelo Banco Central (BC). De acordo com o mais recente relatório trimestral de inflação, a possibilidade de o índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ultrapassar o limite ... Leia mais

Freio de arrumação

Julio Hegedus Netto

Dois fatos chamaram a atenção dos mercados na semana passada. Um foi a decisão do COPOM, elevando a taxa de juros em 0,5 ponto percentual, a 8,0% anuais; outro, o PIB do primeiro trimestre, crescendo apenas 0,6%, quando na média se esperava algo em torno de 0,9% contra o trimestre ... Leia mais

Oráculos e profecias

Alexandre Schwartsman

Tenho evitado fazer previsões de taxas de juros nas minhas colunas, ao contrário do que ocorre em minha atividade como consultor, em que a maior parte do meu tempo é dedicada à tarefa de tentar adivinhar os resultados das reuniões do Copom, como a de hoje. Em parte, essa postura ... Leia mais

Falta de coordenação

Julio Hegedus Netto

Nos últimos dias, depois de um discurso mais contundente de Alexandre Tombini no Seminário sobre Sistemas de Metas de Inflação, as projeções para a taxa de juros na reunião do COPOM, dias 28 e 29 de maio, passaram por uma revisão. Muitos acharam que, com a retirada do termo “agir ... Leia mais

Batendo cabeça

Julio Hegedus Netto

Parece que este governo está com problema sério de comunicação. Na semana passada, depois da ata do Copom, moderada, falando de gradualismo, um diretor do Bacen veio a público defendendo a necessidade de um ajuste mais intenso na política de juros. Disse ele que “o Copom poderá ser instado a ... Leia mais

Um trabalho estupendo

Alexandre Schwartsman

O Banco Central reclama da “resistência da inflação”, atribuindo aos mecanismos de indexação (a prática de reajustar preços e salários em linha com a inflação passada) as dificuldades que tem encontrado para cumprir sua meta. Segundo o BC, “existem mecanismos regulares e quase automáticos de reajuste (…) que contribuem para ... Leia mais

Labirintos do governo

Julio Hegedus Netto

Parece que vivemos num país imaginário, que mais se parece com aqueles descritos pelos escritores latino-americanos do chamado realismo fantástico. Lembra uma obra de ficção, dado o discurso dos quadros desenvolvimentistas do governo, mas vive levando choques de realidade, ao se confrontar com a dureza dos fatos, que se impõem ... Leia mais

Tentativa e erro

Julio Hegedus Netto

Uma semana intensa em que o foco das atenções esteve voltado para a divulgação da ata do Copom Nesta semana, o Banco Central (Bacen) se mostrou cauteloso, preocupado com o cenário global, confiando na retomada da economia doméstica mas atento ao comportamento da inflação, resistente e em patamar elevado. Afirmou, ... Leia mais

Ata do Copom

Samuel Pessoa

Quinta-feira da semana que passou foi dia de ler a ata do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil). No documento foram apresentadas as justificativas da decisão tomada na semana anterior de manter a taxa básica de juros, taxa Selic, parada em 7,25% ao ano. Trata-se de ... Leia mais

Muito protagonismo com quase nenhum resultado

A presidente Dilma dizia recentemente que a hora de “fazer o diabo” é a hora das eleições. Subentende-se, para ganhar as eleições. Mas, no governo, não é para se fazer o diabo. E hora de apenas governar. E isso, acrescentou, exige prudência. No que deu para entender, o raciocínio parece ... Leia mais