Para economista, qualidade da educação não depende só de dinheiro

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O economista Carlos Eduardo Gonçalves, do site “Por quê? Economês em bom português”, destaca as vantagens que a educação de qualidade representa para um país e sua sociedade. Países que investiram em capital humano vivenciaram o aumento da renda da população e a redução da desigualdade, segundo Gonçalves.

Ao contrário do que muitos defendem, não é só a quantidade de recursos que define o nível da educação de um país. Para avançar é preciso mudar a função de produção da educação, na opinião do economista. Ele defende a valorização dos professores através de treinamento e incentivos, como a diferenciação de salários de acordo com a produção dos docentes.

Gonçalves também explica que é preciso começar a expandir e melhorar a qualidade do ensino em etapas, começando pelo primeiro grau, passando pelo secundário até chegar ao ensino superior, como fez a China. “No Brasil as políticas públicas começaram no primário e pularam para o ensino superior”, critica.

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